
Diferentemente das outras índias, Potira não chorou. Mas, todas as tardes, ela esperava a volta do amado, sentada à margem do rio. Até que um dia, soube da morte do marido. Nesse momento, a índia derramou muitas lágrimas.
Vencida pelo sofrimento, passou o resto da vida chorando, à beira do rio. Comovido com a dor de Potira, Tupã transformou suas lágrimas em diamantes, para eternizar a lembrança daquele amor.
Fonte: Guia Prático para professores de Ensino Fundamental
Postado por Edni, às 11:05